quarta-feira, 4 de novembro de 2015

UM DIA GELADO ENTRE ÓBIDOS, FÁTIMA E ALCOBAÇA







Nosso quarto dia em Portugal começou cedo como os três dias anteriores. Saímos do hotel às 8:30h rumo ao Porto. GPS ligado, lá fomos nós...
No caminho pretendíamos parar nas cidadezinhas de Óbidos, Alcobaça e Fátima. Pernoitaríamos em Porto e no dia seguinte, voltaríamos à Lisboa na parte da tarde com uma paradinha em Coimbra.
Eis que, uns 60 minutos depois de sair de Lisboa, chegamos a Óbidos. O que podemos dizer sobre essa cidadezinha tão pitoresca? Podemos começar dizendo que é uma das vilas mais preservadas de Portugal. Toda a cidadela, tomada dos mouros, virou um presente de casamento do rei Dinis para a sua amada Isabel de Aragão. Logo ao chegarmos já somos surpreendidos por um portal na entrada da cidade. Sim, a entrada é murada como se fosse uma antiga fortaleza, lembra um filme medieval.
 





Depois de registradas muitas fotos, nos surpreendemos mais uma vez ao entrarmos na cidade, ela se parece com Parati que fica no interior do Rio de Janeiro. Trata-se praticamente de uma única rua repleta de lojinhas que vendem artesanato, roupas, dentre muitas coisinhas que a gente adora trazer de lembrança quando viaja. Um encanto.



Quem conhece Parati sabe o quanto a vila de Óbidos se parece com o centro histórico da cidadezinha carioca, se não fosse pelo piso eu mesma teria dúvida sobre o local onde essa foto foi tirada.
 






Mas o que mais queríamos ver era o famoso castelo de Óbidos. Andamos pelas ruazinhas da cidade até que lá no final ele despontou...majestoso e imponente.








Diz a lenda que o Castelo teve origem romana, depois virou uma fortificação sob o domínio árabe e só no século XII foi conquistado pelos cristãos. Em 1755 sofreu fortes danos com o terremoto que devastou Portugal e acabou sendo reformado no século XX para virar uma pousada histórica. Sim, isso mesmo. O Castelo de Óbidos é propriedade privada, funciona um hotel lá. Eu não entrei, mas dizem que os turistas podem entrar sem problemas.


Sérgio ainda se arriscou a subir as muralhas do Castelo e fez belos clicks lá de cima.








Bom, em Óbidos a ideia era essa mesmo, nosso principal objetivo era conhecer o famoso castelo e foi inevitável não nos decepcionarmos um pouco ao descobrir que é um hotel. Deveria ser um monumento aberto ao público como o castelo dos mouros em Sintra.
 A cidade de um modo geral, aparentemente não guarda muitas atrações e ao contrário do que li em vários blogs de viagem, eu não gastaria um dia visitando Óbidos. É uma cidade medieval preservada, bonita e rica historicamente, mas seguindo viagem existem outras que também merecem uma visita combinada.
As cidades de Batalha e Alcobaça, por exemplo, são relativamente próximas a Óbidos e quem tiver disposição vai conhecer o famoso Mosteiro da Batalha também conhecido como Mosteiro de Santa Maria da Vitória. O mosteiro guarda o status de Monumento Nacional, integra a Lista de Patrimônio da Humanidade.
Diz-se que o Mosteiro da Batalha resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal. As obras prolongaram-se por mais de 150 anos, através de várias fases de construção.
Para o meu grupinho, Batalha teve que ficar para uma próxima ocasião, pois escolhemos (eu escolhi) Alcobaça unicamente em razão do Mosteiro onde descansam os restos mortais do casal protagonista de uma das mais famosas histórias de amor que o mundo já conheceu. Sim, estou falando de D. Pedro I de Portugal e Inês de Castro.
 Agora a Inês é morta? Nunca! Na história de Portugal e na lembrança de todos que conhecem sua história, a rainha estará sempre viva...
 Então...saindo de Óbidos, novamente com GPS ligado, partimos em direção a Alcobaça onde chegamos mais ou menos em 40 minutos. Paramos direto no Mosteiro, vou postar a foto e depois conto a história.
 
 
 
 
 
 


 
 

As fotos não mostram nem de perto da beleza desse lugar, essa construção tem uma extensão tão gigantesca que foi impossível captá-la em um foto única. O mosteiro foi construído sob a forma de uma enorme cruz.
A história mostra que o Mosteiro de Alcobaça foi fundado por um grupo de monges beneditinos que pretenderam criar novas regras religiosas mais compatíveis com a vida devota. Os mosteiros que lhes serviriam de residência deveriam ser edificados em lugares ermos, sem qualquer decoração.  E foi assim, após a doação de terras do rei de Portugal para esses monges que nos idos de 1157 o mosteiro começou a ser construído.
 É nesse local que repousam os restos mortais de Inês e Pedro, mas você conhece a história desse casal? O leitor mais jovem talvez pensará que não, mas quem nunca surpreendeu os pais ou os avós ou até mesmo surpreenderam a si mesmos usando a expressão "agora a Inês é morta"?
Essa expressão tem origem na história de Inês e Pedro. D. Pedro I de Portugal (que não é mesmo D. Pedro I do Brasil) casou em 1336, em segundas núpcias, com D. Constança Manuel, uma princesa castelhana. Devido a muitas guerras entre Portugal e Castela a princesa só conseguiu chegar em Portugal quatro anos após o seu casamento e trouxe entre seus serviçais uma camareira - Inês de Castro, que provinha de uma antiga e poderosa família nobre galega. D. Pedro I apaixonou-se por ela.

Em 1345, D. Constança, esposa de D. Pedro morrera catorze dias após o parto de um dos seus filhos.
D. Pedro I passou a viver publicamente com Inês de Castro, nascendo desta relação quatro filhos. Muitas tentativas de acabar com essa união foram feitas pelo rei D. Afonso IV, pai de D. Pedro, que temia as pretensões de ascensão ao trono da família de Inês. Nenhuma das tentativas de separação do casal surtiram efeito e D. Pedro I, contrariando todas as convenções sociais, viveu publicamente com Inês de Castro por dez anos.
Em 1355 o rei Afonso aproveitou uma viagem de D. Pedro I para caçar e condenou Inês de Castro a morte por alta traição. Inês foi decapitada e segundo alguns relatos históricos, na frente dos filhos. Ao retornar e saber da morte de sua amada, D. Pedro ficou transtornado, declarou guerra a Portugal e iniciaram-se muitos conflitos.
No leito de morte de D. Afonso, D. Pedro decidiu perdoar o pai e logo após a sua morte, declarando que se casou em segredo com Inês de Castro, a nomeou, postumamente, como rainha de Portugal. D. Pedro reconheceu ainda como filhos legítimos os filhos que teve com ela e determinou o assassinato de seus algozes com requintes de crueldade.
D. Pedro determinou ainda que os restos mortais de Inês fossem transferidos para um sarcófago construído no mosteiro de Alcobaça. No seu testamento, expressou sua vontade de ser enterrado num sarcófago posicionado de frente ao sarcófago de Inês para que quando o casal ressuscitasse no dia do Juízo Final, se olhasse nos olhos.
A história de Dom Pedro I e Inês de Castro foi real, mas inspirou também muitas lendas, diz-se, por exemplo, que depois de ter determinado a execução de Inês, D. Afonso se arrependeu e mandou chamar os executores para cancelar a ordem, mas nesse momento, os algozes de Inês teriam respondido ao rei: Agora é tarde, Inês é morta.”
Os sarcófagos foram decorados com cenas da vida de Inês e Pedro.
 
Os sarcófagos ficam um de frente para o outro, exatamente como era a vontade de D. Pedro.
 


 
O interior do Mosteiro de Alcobaça é um dos locais de maior energia que já visitei. A sensação de paz é indescritível, parecia que eu já tinha estado lá e por alguns minutos me senti capaz de lá permanecer por toda uma vida.
 


O mosteiro é o local do descanso eterno muitos personagens da história de Portugal. Observe a data desse túmulo.
Decoração portuguesa bem característica
 
Interior do Mosteiro. Esse foi o primeiro mosteiro que visitei na minha vida, depois tive oportunidade de entrar em outros, inclusive no Brasil. Acabei descobrindo que são todos parecidos, arquitetura lindíssima.

Para mim foi emocionante cada detalhe.



Sensação de paz tão grande...
 


Muitas lágrimas depois porque me emocionei muito nesse local, partimos de Alcobaça em direção à Fátima, o sonho da minha sogra.
Mais uns 40 minutos e chegamos a deserta cidadezinha de Fátima e depois de nos perdermos entre suas ruas bem menos encantadoras do que as de suas cidades vizinhas, chegamos ao Santuário de Fátima.
 
Tarde gelada e chuvosa, foi difícil imaginar que em certos meses não é possível andar por esse local de tão cheio.



 
 Eu acredito que a história de Nossa Senhora de Fátima seja bastante conhecida, o santuário é o local onde, segundo relatos históricos, a santa fez aparições em 1917.






 

Eu não sou católica, então visitei o local com olhar mais crítico. A economia da cidade parece sobreviver em função do santuário. A maioria das lojas de artigos religiosos no entorno estavam fechadas por causa da baixa temporada, mas posso afirmar que são dezenas e mais dezenas de comerciantes que sobrevivem da venda de artigos religiosos. 
A comida em Fátima, foi a mais barata do país rsrsrs. O Bruno almoçou um gigantesco prato de sopa por centavos de euros num restaurante próximo ao Santuário, cujo nome não me recordo agora. Os pais dele almoçaram bacalhau por menos de 10 euros para duas pessoas, nesse quesito, achei bem atrativa a cidade rsrs, mas certamente a baixa temporada deve derrubar os preços de um modo geral, incluindo o preço da alimentação.
 Partimos no final da tarde (em torno das 17:30hs) rumo ao Porto e cerca de duas horas depois (19:30 mais ou menos) chegamos na cidade onde pernoitaríamos, uma das cidades mais badaladas de Portugal.
 Não havíamos reservado hospedagem, decidimos procurar um hotelzinho qualquer na hora. Dessa decisão eu me arrependo, pois embora as opções de hospedagem no Porto sejam muitas, era bem difícil arrumar local para estacionar enquanto parávamos de hotel em hotel para negociar preço e verificar as instalações.
 Acabamos nos decidindo por um hotelzinho de instalações razoáveis mas que estava ótimo para passarmos apenas uma noite. Do hotel era possível ir a pé a quase todos os pontos turísticos da cidade. 
 No dia seguinte, saímos cedo e andamos até a ponte D. Luís I, a Torre dos Clérigos, a Avenida dos Aliados, dentre outros. Mesmo assim, não escolheria o hotelzinho novamente, não sei se pela baixa temporada ou por descuido, existia um forte cheiro de mofo no local, inclusive nos quartos que pareciam estar fechados há meses. O ponto positivo foi a localização e a bela arquitetura.
 
 
 
 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

UM DIA INTENSO ENTRE SINTRA E ÉVORA

 

 
Continuando a nossa viagem louca de cinco dias em Portugal, depois de conhecermos Lisboa em um dia e meio, nosso terceiro dia no país começou com um cronograma inusitado. O objetivo era conhecer as  cidades de Sintra e Évora. Começamos por Sintra, mas confesso que se refizesse a viagem hoje alteraria a ordem das cidades e sairia cedo do hotel rumo a Évora ou então começaria por Sintra e pernoitaria em Évora. Do jeito que fizemos foi muito, muito louco porque as duas cidades são bem distantes uma da outra, mas vamos lá...
A vila de Sintra, nossa primeira parada do dia depois de sairmos do hotel as 8:30h, é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO, foi ocupada por diferentes povos ao longo dos séculos e preservou arquiteturas peculiares lindíssimas compostas por palácios e jardins exóticos. Sintra certamente merecia mais do que uma manhã chuvosa no meio do inverno europeu, mas mesmo com pouco tempo percebo que conseguimos ver mais coisas do que muitos viajantes que dedicam um dia inteiro à cidade.
OBS. Estávamos de carro e utilizamos GPS para chegar, mas é possível ir de trem. Na estação Rossio (que faz conexão com a estação Restauradores) existem trens que partem de Lisboa em direção a Sintra. Para saber horários acesse o site Comboios de Portugal.
 
Para que desse tempo de irmos a todas as cidades que pretendíamos, planejamos com antecedência as atrações que mais nos interessavam em cada cidade e especificamente em Sintra, nos interessavam o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e a Quinta da Regaleira.
O plano era passar a manhã em Sintra de onde deveríamos sair entre 13:00 e 13:30h rumo a Évora. Chegando à cidade subimos direto ao Palácio da Pena, local onde no século 15 existia uma capela dedicada a Nossa Senhora da Pena, transformada no século 16 em Convento da Ordem dos Jerônimos. A construção ficou abandonada por aproximadamente, 80 anos até que no século 19, o rei Fernando II de Portugal se encantasse pelo convento em ruínas maltratado pelo tempo e pelo terremoto de 1755, promovendo obras de restauro para transformá-lo em sua futura residência de verão.
 
Depois da morte do rei, o palácio foi deixado para sua esposa, a condessa de Edla e com a implantação da República Portuguesa foi convertido em museu.

No alto de uma colina a melhor forma de acesso para o visitante que não está de carro é subir num ônibus de turismo.
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 10HS AS 18HS (no inverno).

O Palácio da Pena é extravagante em todos os sentidos e sua visão impressiona já a primeira vista.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Já o interior do palácio nos conta sobre os hábitos de vida da nobreza portuguesa do século 19. Nessa bela sala de jantar, por exemplo, é possível que tenham sido tomadas importantes decisões para futuro de Portugal.
 
 
 
 
 
 

Saímos do Palácio da Pena encantados, pegamos nosso carro, ligamos o GPS e partimos em direção ao Castelo dos Mouros. Segundo mostram as pesquisas arqueológicas realizadas na zona de Sintra, a primeira ocupação deste local data de antes de Cristo. Mais tarde, já no século VIII d.C., quando da Invasão da Península Ibérica por parte dos muçulmanos, estes construíram aí a primitiva fortificação, instalando uma povoação à qual deram o nome de "as-Shantara'. O objetivo dessa construção era o de controlar de uma forma estratégica todas as vias terrestres que ligavam Sintra a Lisboa, Mafra e Cascais.
Em 1147, Sintra foi entregue de forma voluntária e definitiva a Portugal e os muçulmanos foram expulsos. Nos séculos seguintes, foram vários os reis de Portugal que viriam a eleger Sintra como seu local de estadia, mas escolhendo o Palácio Nacional de Sintra para esse efeito, em detrimento do Castelo dos Mouros. O castelo entrou em decadência. Hoje apenas as ruínas e todo um mundo que se esconde sob elas nos dão testemunho dos antigos habitantes desse lugar, cuja energia é fortíssima, eu teria perdido horas subindo e descendo as escadarias...
O horário de funcionamento também é de 10:00h às 18:00h
 
 
 
 
 
 
 
 
Depois do Castelo dos Mouros partimos novamente, dessa vez rumo a um dos destinos mais místicos de toda a mística Sintra rsrsrs, um lugarzinho inusitado que eu descobri através do Tripadvisor, a Quinta da Regaleira.
 
A Quinta na verdade é uma mansão com lindos jardins que escondem alguns monumentos misteriosos e encantadores. Não é considerado patrimônio nacional, mas sim um imóvel de interesse público. Diz-se que é um local repleto de símbolos ocultos, ligados à Maçonaria. O lugar é lindo e realmente impressionante. Nessa manhã cinza então...
 
 
 
 
 
 
 
 

O ponto mais interessante dos jardins é o poço iniciático. Eu já tinha pesquisado sobre ele antes de ir e peguei até um mapinha na entrada para saber exatamente como encontrá-lo.
 
O poço é uma torre invertida que ao invés de subir, aprofunda 27 metros dentro da terra. Há uma escadaria em espiral, com 9 patamares, que vai descendo. Não se sabe ao certo o que o poço significa, há quem diga que simboliza o nascimento e a morte, interpretação que se justifica em razão da suspeita de que aqui se faziam rituais de iniciação da Maçonaria, daí o nome poço iniciático.
Existe a crença de que a terra simboliza o útero materno de onde provém a vida, mas também a sepultura para onde o homem voltará. Muitos ritos de iniciação aludem a aspectos do nascimento e morte ligados à terra, ou renascimento. O Fred ficou encantado com a história do local e logo que entramos nos pusemos a procurar o bendito poço conforme descrição no mapa. Nosso primeiro ponto de parada foi o Portal dos Guardiões.
 
 
 
 
Tiramos fotos e continuamos nossa caminhada. Eis que do nada avistamos uma gruta, estava bem escuro lá dentro, eu não queria entrar, mas o Bruno iluminou o caminho com o celular e fomos entrando sem ter ideia de onde sairíamos. O lugar é todo meio estranho mesmo. Dá só uma olhada...
 
 
Para nossa surpresa depois de andarmos por essa gruta meio sinistra, do nada nos deparamos com ele, o famosinho de Sintra rsrsrs.
 
 
 
Depois descobrimos que todos os caminhos levariam à Roma, ou melhor, ao poço. Existem grutas que o ligam a diferentes pontos dos jardins. É de fazer cair o queixo.
 
 
 
Fred se emocionou com cada detalhe, é claro.
 
 
 
 
 
Depois de nos perdemos mais um pouco pelos jardins da Quinta da Regaleira, achamos que já estava na hora de partirmos, afinal, ainda pretendíamos visitar Évora que estava a quase duas horas de distância. Faltou passearmos pelo centrinho histórico de Sintra, faltou a visita a famosa periquita e ao Palácio de Seteais, mas consegui ver todos os pontos que me programei para ver nessa cidade.
 
De lá, partimos rumo a Évora depois de um lanche que substituiu nosso almoço. Já passava das 15:00hs a essa altura, nos demoramos mais do que o previsto em Sintra e nossa viagem até a próxima cidade foi uma corrida contra o tempo porque a capela dos ossos fecharia às 17:00h. Nossos pontos de interesse eram o Templo de Diana, a Sé Catedral e a Capela dos Ossos que fica no interior da igreja de São Francisco.
 
Umas duas horas depois....desponta Évora e suas bonitas muralhas medievais. Sim, a entrada de Évora nos transporta para um filme, essa cidade preserva suas muralhas. Quando chegamos estava claro ainda, essa foto está escura porque foi tirada na saída enquanto me despedia.
 
 

Muralhas de Évora a luz do dia.
 
Não adiantou correr, não consegui chegar a tempo de ver a Capela dos Ossos..., já passava das cinco...o que não impediu que eu apreciasse ouros pontos da cidade.
 
O templo de Diana foi um deles. É um dos marcos da cidade e um dos principais símbolos da ocupação romana de Portugal. O templo foi originalmente construído no século I d.C. para servir de local de culto ao imperador Augusto e ainda conserva 14 das suas colunas. Reza a história que foi erigido em honra de Diana, a deusa romana da caça, daí ser conhecido como Templo de Diana.
  

 
 
 
 
 
 
 

Acredite se quiser, esse casal saiu na foto acidentalmente. Parece até que posaram.


 





 Bom, os amantes de Évora que me perdoem, mas acho que eu a teria excluído do meu curto roteiro, não porque a cidade não tenha seus encantos, pelo contrário, é bonita, arquitetura típica, enfim. Mas pela distância, acho que os pontos de interesse são limitados se comparados com outras cidades de Portugal.
 
Já exaustos, saímos de Évora em torno de 19:30h rumo à Lisboa. Jantamos num restaurante próximo ao hotel e dormimos o cansado e justo sono dos viajantes rsrsrs.