2º dia - aproveitando o melhor de Lisboa
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| Vista do rio Tejo em Belém a poucos metros do Padrão dos Descobrimentos. Estava linda essa manhã do ameno inverno português. |
Em
nosso segundo dia, começamos tomando um metrô na estação próxima ao hotel (estação Marquês de Pombal) em direção ao cais Sodré de onde
pegaríamos o elétrico 15 em direção a Belém. Lá, pretendíamos conhecer a famosa
Torre de Belém, o Mosteiro dos Jerônimos e o Padrão dos Descobrimentos.
Aqui
cabe uma pequena pausa para mencionar que quando viajo dou
preferência a utilizar os meios de transporte típicos de cada região, gosto de
observar como são os hábitos dos moradores, como se locomovem, como vivem suas
rotinas, só assim consigo comparar a vida no meu país e a vida nos países
visitados. Os elétricos, por exemplo, são o encanto de Lisboa e eu não perderia
a chance de utilizá-los rsrs.
Andar
no elétrico 15 foi meio estranho porque é bem moderno, assemelhasse ao nosso
metrô de superfície só que não existem cobradores e sim máquinas onde o próprio
passageiro seleciona o número de passagens e paga.
Nós
ficamos abismados porque se fosse no Brasil acredito que quase ninguém pagaria.
Segundo nos informaram alguns portugueses também não pagam, mas existe
fiscalização, a qualquer momento pode entrar um fiscal pedindo aos passageiros
para comprovar o pagamento da passagem. Bom...durante a nossa viagem de mais ou
menos 25 minutos não entrou fiscal nenhum.
Ao
descermos em Belém fomos andando até o Padrão dos Descobrimentos. E não é que
descobrimos outras paisagens lindas da cidade?
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| Adicionar legenda |
Criado
em 1960 por ocasião das comemorações dos 500 anos da morte do Infante D.
Henrique, o Padrão dos Descobrimentos em forma de Nau, relembra todas as personagens
importantes para os descobrimentos portugueses.
Horário
de Inverno: 9h às 17h
De
lá, seguimos em linha reta para a Torre de Belém.
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| Magnífica Torre de Belém |
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| Foto com zoom dos detalhes da Torre e sua linda arquitetura. |
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| Foto do alto da Torre de Belém |
Construída no Séc. XVI servia para orientar a entrada em Lisboa por
mar e era também de onde partiam as caravelas dos descobrimentos.
Com
um pouco de disposição é possível subir a torre, o tráfego de pessoas lá dentro
é intenso e os grupos sobem de descem um de cada vez porque os degraus são
muito estreitos. A vista é bonita lá de cima.
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| Mirante da Torre |
Depois
de sairmos da Torre, andamos debaixo de um agradabilíssimo sol de inverno (que
nos fez até tirar os casacos) em direção ao Mosteiro dos Jerônimos. A
entrada nós pagamos junto com a entrada da Torre de Belém, lembre-se de pedir a entrada combinada no monumento que visitar primeiro.
O
Mosteiro é de longe a construção mais imponente que visitei em Lisboa, mesmo de
longe chama atenção não só pela magnitude da construção, mas também
porque para chegar até ele podemos caminhar através de uma praça de lindos
jardins que parecem emoldurá-lo.
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| Mosteiro dos Jerônimos |
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| A edificação é tão grande que é difícil captar numa única foto toda a sua extensão. |
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| Detalhes da arquitetura do Mosteiro |
Horário de
Inverno: Out – Abr: 10h às 17h30
O
Mosteiro dos Jerônimos é tão lindo e grandioso por fora quanto por dentro.
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| Interior do Mosteiro |
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| Interior do Mosteiro |
Para
quem viaja com mais tempo, talvez seja interessante passar por lá e conferir o
pastel de Belém mais famoso do século rsrs.
De
Volta ao elétrico 15 retornamos ao centro de Lisboa, descemos na Praça do
Comércio e caminhamos para Rua Augusta onde minha mãe queria a todo custo fazer
umas comprinhas. Paramos para almoçar lá mesmo, num dos muitos restaurantes da
região.
Vários
restaurantes na Rua Augusta dispõem as mesas quase no meio da rua, são vários
um ao lado do outro. Nessa tarde gelada o fogo das lareiras improvisadas amenizava um pouco a sensação térmica.
Depois do almoço, eu estava
decidida a andar no famoso elétrico 28, minha intenção era ir até o Castelo de
São Jorge e a Catedral da Sé. É que antes da viagem eu pesquisei muito vários
blogs que falavam sobre esse elétrico, ele passa pelos principais pontos turísticos
de Lisboa e quase todos diziam que não dá para dizer que foi a Lisboa sem ter
dado uma volta a bordo desse elétrico.
Olha a minha cara de alegria
quando depois de 40 minutos o famigerado elétrico 28 passou. Eu estava feliz
né? Só que não. Demorou muito, mas muito mesmo a passar e quando passou, parou
no ponto onde eu estava e simplesmente não abriu as portas. O elétrico parou,
eu e todas as demais pessoas que estavam comigo na enorme fila, apenas olharam
e ele foi embora. Simples assim, exatamente como acontece com os ônibus cheios
no Rio de Janeiro. Eu completamente estarrecida virei para uma portuguesa que
aguardava atrás de mim e perguntei: “Nós estamos aqui há quase uma hora e ele
não abriu as portas, por quê?”. A portuguesa meio sem graça me explicou que é
normal, quando passa cheio, ele não abre e o jeito seria esperar o próximo
rsrssrs.

Eu acho incrível o número de informações que essas ruínas podem nos dar. Para quem ama história, esse definitivamente é um dos locais especiais de Portugal.
E eis que ele desponta...
O Castelo de São Jorge é hoje a atração mais visitada de Portugal, sua história é milenar, começa muito antes da ocupação cristã, muito antes de ser chamado de castelo e dedicado ao santo Jorge da Igreja Católica.
Pesquisas arqueológicas apontam que o
início da ocupação humana nessa área remonta à Idade do Ferro, mas, na verdade, os
registros sobre a edificação que hoje conhecemos como Castelo de São Jorge são um pouco mais recentes, se
iniciam quando da conquista da Hispânia pelos romanos (esclarecendo que
Hispânia era o nome dado pelos romanos à península Ibérica, atuais Portugal,
Espanha, Andorra, Gibraltar e uma pequena parte a sul da França).
Sabe-se que o império romano ruiu ante as sucessivas investidas dos povos bárbaros (os romanos chamavam os invasores de bárbaros, herança dos gregos, que designavam bárbaros aqueles estrangeiros que não eram gregos ou não tinham como língua materna a língua grega) e a região onde se situa Lisboa não ficou imune a tais invasões.
Por ocasião da reconquista cristã da cidade, a fortificação foi alvo de muitas investidas em razão de sua posição privilegiada às margens do Tejo. Entre os anos de 1112 e 1185, com o auxílio de cruzados normandos, flamengos, alemães e ingleses que se dirigiam à "Terra Santa", os cristãos, na tentativa de tomar a cidade e expulsar os mouros definitivamente, investiram duramente contra a fortificação moura.
Após a conquista cristã definitiva, como gratidão, a edificação foi colocada sob a invocação do mártir São Jorge, a quem muitos cruzados dedicavam devoção. Eis a origem da denominação Castelo de São Jorge.
Apesar de continuar a ser alvo de investidas anos mais tarde, a construção resistiu bravamente até que, a partir do século XIII, com a designação de Lisboa como Capital do reino, conheceu seus dias de glória.
Bom, estava no script partirmos rumo ao Parque das Nações ou para um jantar de despedida no shopping Vasco da Gama, local que eu gostaria de ter conhecido (ouvi dizer que existem lojas com bons preços por lá rsrs). Entretanto, faltaram pernas para visitarmos esses locais e acabamos encerrando nossa aventura no Castelo mesmo.
Depois dessa verdadeira maratona, terminamos a noite no meu restaurante italiano preferido em Portugal rsrsrsrs – La Trattoria, mas dessa vez, já um tanto cansado do bom bacalhau português, meu grupinho optou por um delicioso prato brasileiro mesmo rsrs, o que não é difícil de encontrar por lá. Sim, em Portugal se encontra arroz, feijão, bife e batatinha frita.
Por fim, posso dizer que valeu muito a pena nossa
aventura lisboeta. Das coisas que eu
gostaria de ter feito e não fiz por falta de tempo mas que se encaixarão perfeitamente
numa visita de pelo menos uns três ou quatro dias inteiros estão:
O que ninguém me contou nos blogs
de viagem é que não é nada fácil andar nesse bonitinho. É que se trata de um
meio de transporte utilizado pelos moradores, então apresenta problemas como
lotação e demora, dificuldades comuns a qualquer transporte coletivo aqui no
Brasil e em muitas cidades do mundo, principalmente nos horários de pico. O
problema é que dependendo do seu tempo, não dá para dispor de uma hora, 40
minutos só para andar de elétrico, mesmo porque não é nada confortável e
dificilmente será possível fazer o passeio sentado admirando a paisagem.
Fiquei tão irritada de ter
perdido meu precioso tempo esperando o elétrico e tão frustrada com a possibilidade
de ter que ficar mais quase uma hora esperando o próximo que decidi ir andando
até o Castelo. Eu, Fred e Bruno partimos então para a última parte de nossa
aventura lisboeta. Nossos pais ficaram aproveitando o comércio da Rua Augusta.
Depois de andar alguns
quilômetros sob um ventinho gelado, carregando alguns quilos de roupas próprias
para o inverno europeu, tivemos a certeza de estarmos subindo o topo do Everest
rsrsrs. Ô cidadezinha para ter subida...
Mas enfim, superados os
obstáculos, eis que me deparo com a gigantesca, a linda, a majestosa Catedral
da Sé.
| Catedral da Sé. Quem resiste a posar para uma foto em frente a esse lindo cartão postal de Lisboa? |
| Interior da Catedral da Sé |
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| No interior da Catedral existem muitos túmulos como esse. |
Eu sabia que essa igreja era
linda, mas jamais poderia imaginar que fosse tão linda assim. As pesquisas
indicam que a Catedral da Sé foi construída sobre uma mesquita muçulmana
(lembrando que os mouros estiveram entre os primeiros habitantes da península ibérica).
A sua construção foi de
responsabilidade de D. Afonso Henriques e o seu início remonta ao ano de 1150,
após três anos da conquista da cidade aos mouros. O tempo e o terremoto de 1755
foram cruéis com essa grandiosa construção. Muitas reformas marcaram sua
arquitetura, entre os séculos XIII e XV, por exemplo, foi construído um
claustro em estilo gótico a mando de D. Dinis. Seu sucessor, D. Afonso IV,
modificou a parte traseira da igreja ordenando a construção de um panteão
familiar. Em meados do século XVII foi construída uma sacristia em estilo
maneirista e no século XVIII a capela-mor gótica foi alterada em forma barroca.
Na primeira metade do século 20 houve uma grande campanha de restauro, muitas adições da era barroca foram retiradas da Igreja na tentativa de restituí-la algo de sua aparência medieval. Sob o claustro escavações conduzidas desde 1990 desvendaram e desvendam até hoje verdadeiras relíquias históricas, vestígios das ocupações islâmica e românica foram encontrados, além de vestígios de ocupação pré-histórica. Tem como não se encantar? Um lugar como esse, nos dá testemunho de como era a vida há mais de mil anos!
Na primeira metade do século 20 houve uma grande campanha de restauro, muitas adições da era barroca foram retiradas da Igreja na tentativa de restituí-la algo de sua aparência medieval. Sob o claustro escavações conduzidas desde 1990 desvendaram e desvendam até hoje verdadeiras relíquias históricas, vestígios das ocupações islâmica e românica foram encontrados, além de vestígios de ocupação pré-histórica. Tem como não se encantar? Um lugar como esse, nos dá testemunho de como era a vida há mais de mil anos!
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| Escavações no interior da Catedral - vestígios da ocupação romana, islâmica e até mesmo da ocupação de sociedades pré-históricas estão sendo descobertos aqui. |

Os arqueólogos tem um trabalho imenso para classificar cada resquício de arquitetura identificando a sociedade responsável pela construção. Sabe-se que houve ocupação desse lugar na Idade do Ferro por causa dos vestígios de muros da época; a ocupação na época romana é
identificada por uma via ladeada por tabernas, uma cozinha, restos de
canalizações e uma cloaca; o período visigótico por alguns restos estruturais;
a época islâmica por numerosas estruturas como um grande edifício público,
numerosas fossas detítricas e alguns tanques.
Mais informações
sobre essas descobertas podem ser encontradas no blog Arqueologia vista por dois
canudos
onde
retirei as informações para colocar no blog. Como não contrato guias eu mesma
pesquiso toda a história dos lugares que pretendo visitar antes das viagens.
Eu acho incrível o número de informações que essas ruínas podem nos dar. Para quem ama história, esse definitivamente é um dos locais especiais de Portugal.
Saindo da Catedral
da Sé, mais um pouco do Everest até chegarmos ao Castelo de São Jorge...
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| Ladeiras do bairro Alfama. |
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| Ainda em Afama |
E eis que ele desponta...
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| Castelo de São Jorge |
O Castelo de São Jorge é hoje a atração mais visitada de Portugal, sua história é milenar, começa muito antes da ocupação cristã, muito antes de ser chamado de castelo e dedicado ao santo Jorge da Igreja Católica.
Sabe-se que o império romano ruiu ante as sucessivas investidas dos povos bárbaros (os romanos chamavam os invasores de bárbaros, herança dos gregos, que designavam bárbaros aqueles estrangeiros que não eram gregos ou não tinham como língua materna a língua grega) e a região onde se situa Lisboa não ficou imune a tais invasões.
Por ocasião da reconquista cristã da cidade, a fortificação foi alvo de muitas investidas em razão de sua posição privilegiada às margens do Tejo. Entre os anos de 1112 e 1185, com o auxílio de cruzados normandos, flamengos, alemães e ingleses que se dirigiam à "Terra Santa", os cristãos, na tentativa de tomar a cidade e expulsar os mouros definitivamente, investiram duramente contra a fortificação moura.
Após a conquista cristã definitiva, como gratidão, a edificação foi colocada sob a invocação do mártir São Jorge, a quem muitos cruzados dedicavam devoção. Eis a origem da denominação Castelo de São Jorge.
Apesar de continuar a ser alvo de investidas anos mais tarde, a construção resistiu bravamente até que, a partir do século XIII, com a designação de Lisboa como Capital do reino, conheceu seus dias de glória.
O Castelo passou
a ser designado como Paço Real, o chamado Paço da Alcáçova, servindo como palácio
de bispos, albergue de nobres da Corte e fortificação militar. Muitos
terremotos ao longo dos séculos danificaram sua estrutura, além disso, a
mudança da residência real para a zona ribeirinha, a instalação de
aquartelamentos e o devastador terremoto de 1755 contribuíram para o declínio e
a degradação do monumento.
Entre os anos de
1780 a 1807, o castelo chegou a ser utilizado como Quartel-General, interditado
aos lisboetas. Após ser classificado como Monumento Nacional em 1910 sofreu
obras de restauro que o reabilitaram como monumento devolvendo-lhe antigos
traços medievais.
Em 2015 o que
encontramos lá foram as ruínas de uma edificação tão imponente que mesmo hoje,
vista ao longe, parece guardar a cidade de Lisboa lembrando-a das muitas
histórias de lutas para as quais serviu de palco através dos séculos.
A visita se inicia por um bonito jardim e um
lindo mirante, que quase nos toma o resto do tempo disponível de tanto que
tirávamos fotos do belo entardecer... ![]() |
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| Mirante do castelo, uma das vistas mais lindas de Lisboa. |
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| Eu e Bruno registrando um click nesse mirante lindo. Bruno é meu companheiro de vida, dessa e quem sabe de outras, compartilhamos muitas aventuras nesse mundão de Nosso Senhor rsrs. |
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| Outro mirante do Castelo de São Jorge |
É a
vista mais bonita da cidade na minha opinião. Para admirar o entardecer na bela
Lisboa e para fechar com chave de ouro essa primeira de muitas visitas que
virão, não poderia haver local melhor.
Bom, estava no script partirmos rumo ao Parque das Nações ou para um jantar de despedida no shopping Vasco da Gama, local que eu gostaria de ter conhecido (ouvi dizer que existem lojas com bons preços por lá rsrs). Entretanto, faltaram pernas para visitarmos esses locais e acabamos encerrando nossa aventura no Castelo mesmo.
Para retornarmos
ao hotel, finalmente, conseguimos pegar o elétrico 28, o que não foi exatamente
uma experiência das mais agradáveis, mas pelo menos, satisfez a minha vontade.
Depois dessa verdadeira maratona, terminamos a noite no meu restaurante italiano preferido em Portugal rsrsrsrs – La Trattoria, mas dessa vez, já um tanto cansado do bom bacalhau português, meu grupinho optou por um delicioso prato brasileiro mesmo rsrs, o que não é difícil de encontrar por lá. Sim, em Portugal se encontra arroz, feijão, bife e batatinha frita.
gostaria de ter feito e não fiz por falta de tempo mas que se encaixarão perfeitamente
numa visita de pelo menos uns três ou quatro dias inteiros estão:
· Basílica da Estrela, que foi a primeira igreja no mundo dedicada ao Sagrado Coração de Jesus;
· Parque das Nações onde fica o famoso Oceanário de Lisboa;
· Museu Nacional de Arte Antiga;
· Miradouro do Jardim de São Pedro De Alcântara em Alfama;
· Cacilhas, lugar acessível a partir do Cais Sodré de barco ou ferry de onde é possível ver Lisboa a partir do outro lado do Tejo, uma vista pouco comum para os turistas. Para conferir horários das embarcações acesse o site da Transtejo e a Soflusa.
E aí? Gostou do nosso roteiro de um dia e meio nessa cidade linda?
Eu e meus amigos
subestimamos Lisboa injustamente, sempre achamos que se tratasse de uma cidade
decadente, suja e com poucos atrativos. Que bobagem...Lisboa é uma senhorinha
linda e como todos que chegam à melhor idade, guarda sim algumas marcas do tempo, das catástrofes naturais que a vitimaram e algumas vezes, de certo abandono
do Poder Público. Nada disso, contudo, lhe retira o charme, o ar de lugar
interessante, rico, palco de muitas histórias milenares, palco da nossa
história também, por que não? De lá partiram as caravelas do Descobrimento, de
lá partiu a família real rumo ao Brasil marcando definitivamente nossa cultura,
mudando os rumos da nossa história...conhecer Portugal é conhecer uma história
que nos pertence também e se existem ares de uma certa decadência, me pareceu
uma decadência encantadora.















































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